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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Gabela - Angola em 1971


O Representante da Gabela - Angola (José Vieira Torres) vence a taça no circuito de Moçamedes (festas do mar) em 1971.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Savimbi e o movimento do galo negro

Savimbi e o movimento do galo negro


Jonas Savimbi nasceu e cresceu na província do Bié. Durante a sua juventude ganhou uma bolsa de estudos para a Europa (Portugal), onde viria a se formar em ciências políticas. A maior parte da vida adulta do líder da UNITA foi passada como líder da guerrilha. Fluente em português, inglês e francês, Savimbi costumava reservar essas línguas para contactos com seus opositores políticos, diplomatas ou jornalistas. No dia-a-dia, Savimbi usava a língua Ovimbundu para se exprimir.



A "UNITA - Movimento do Galo Negro" foi criada por Savimbi em 1966 para combater o colonialismo português. O líder da UNITA podia ter chegado ao poder, com o fim do colonialismo, mas as eleições acordadas com Portugal nunca chegaram a ser feitas porque o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) tomou o País de assalto com a ajuda do exército cubano. Ao fim de 15 anos de luta de guerrilha contado com grande apoio dos Estados Unidos e Tropas sul-africanas contra o exército cubano, a UNITA consegue que estes retirem de Angola e se façam eleições.


Em 1992, Savimbi concorreu a eleições. Os resultados deram-lhe a derrota resolveu voltar à guerra, visto que as eleições foram fraudulentas. O líder da UNITA retirou-se para a cidade de Huambo e optou pelo caminho da guerra civil, que causou a morte a milhares de pessoas. 1992 é a data do principio do fim de Savimbi.
Savimbi estabeleceu Huambo como a sua capital e deixando claro aos jornalistas com quem falava que o movimento que liderava pretendia a paz.

Em 1994, a UNITA assinou os acordos de paz de Lusaca, depois de meses de negociações, e aceitou desmobilizar as suas forças, com o objectivo de conseguir a reconciliação nacional. O processo de paz prolongou-se durante quatro anos, marcado por acusações e adiamentos. Apesar da UNITA ter cumprido parte destes acordos enviando para Luanda os seus elementos para fazerem parte do Governo de Unidade Nacional, o MPLA criou uma pseudo-Unita (a chamada Unita renovada), para poder controlar o parlamento e a actividade politica.


Em 22 de Fevereiro de 2002, Jonas Savimbi foi morto na província do Moxico (Leste de Angola) pelas Forças Armadas Angolanas com o apoio técnico de mercenários, que resultou ainda na morte de outros elementos da UNITA.

Kwacha Angola, Kwacha UNITA, Kwacha Savimbi (Kwacha = "O sol quando nasce é para todos, vamos lá acordar e lutar pela independência)... Angolééééééééééé´!!!........

quinta-feira, 12 de julho de 2012

NOVA KILAMBA

Angola
Cidade feita por chineses em Luanda tem tudo, menos pessoas.

O objectivo era albergar às portas de Luanda cerca de meio milhão de pessoas. Mas, até agora, o empreendimento Nova Cidade de Kilamba não passa de mais um "elefante branco" angolano construído com dinheiros chineses.

Há relvados, prédios, apartamentos, escolas, lojas e estradas. A única coisa que não há? Pessoas. Era suposto o complexo residencial Nova Cidade de Kilamba - a cerca de 30 quilómetros de Luanda - estar por esta altura cheio de habitantes. Mas até agora não passa de uma cidade-fantasma.
As pessoas que aí conseguiram comprar um apartamento, vêem-se agora a braços com propriedades depreciadas.
A empresa China International Trust and Investment Corporation (CITIC) gastou 3500 milhões de dólares nesta urbanização que, uma vez completa, ocupará 5000 hectares. Em troca, Angola pagou este investimento com a sua matéria-prima mais preciosa: petróleo.
Este investimento é o mais significativo de uma série de “cidades satélite” que estão a ser construídas por empresas chinesas um pouco por todo o país desde que Pequim começou, há alguns anos, a investir fortemente em Angola.
O governo angolano promoveu a Nova Cidade de Kilamba como um novo paraíso para a classe média angolana, que podia aqui encontrar um estilo de vida mais relaxado que no centro de Luanda. Mas num país onde a classe média ainda não tem visibilidade nem poder económico, o plano parece agora condenado.

Elias Isaac, responsável pelo ramo angolano da sociedade OSISA (Open Society Initiative of Southern Africa), constata, em declarações à BBC: “Não há classe média em Angola, só os muito pobres e os muito ricos, e por isso não há ninguém que compre este tipo de casas”.
Os factos não desmentem Isaac: quase um ano depois de os primeiros 2800 apartamentos concluídos terem sido postos à venda, apenas 220 foram vendidos. E mesmo estes - avança a BBC - não terão sido ainda totalmente ocupados.
O local também não tem ainda infra-estruturas a funcionar. À excepção de um hipermercado localizado à entrada do complexo, a BBC diz que não há mais nenhum sítio para comprar comida.
Nada disto é surpreendente, porém, se levarmos em conta que os apartamentos estão a ser vendidos a preços que variam entre os 120 mil e os 200 mil dólares, num país onde se estima que dois terços dos cidadãos vivam com menos de dois dólares por dia. Tudo isto às portas de uma capital considerada este ano pela consultora Mercer a segunda cidade mais cara do mundo a seguir a Tóquio.
Paulo Cascão, director-geral da Imobiliária Delta, a agência que está a gerir as vendas na Nova Cidade de Kilamba, frisa, porém, que o problema está na dificuldade de acesso a créditos bancários. “Os preços estão correctos para a qualidade dos apartamentos e para todas as condições oferecidas pela cidade. As vendas estão a decorrer lentamente por causa das dificuldades na obtenção de empréstimos”.
Elias Isaac sublinha que a prioridade em Angola devia ser a construção de casas a preços reduzidos, uma vez que maioria da população ainda vive em barracas sem água, electricidade nem saneamento.
De acordo com Paulo Cascão, o governo anunciou recentemente que uma parte dos apartamentos de Kilamba se destina a habitação social, podendo ser arrendados por pessoas com poucos rendimentos. A BBC acrescenta que ainda ninguém sabe exactamente como é que será feito o processo de selecção de habitantes e os mais cínicos argumentam que tudo não passa de uma manobra eleitoralista antes das eleições de 31 de Agosto.
Também se desconhece o que irá acontecer aos apartamentos que não forem vendidos. Isso não preocupa, para já, o governo. O vice-ministro das Obras Públicas, Manuel Clemente Júnior, disse à BBC estar convencido que o projecto será um sucesso.
Respondendo às críticas que dão conta que a urbanização fica demasiado longe do centro de Luanda, o governante afirmou: “Há sempre pessoas que criticam, mas graças às novas auto-estradas que estão a ser construídas, a Nova Cidade de Kilamba ficará apenas a 15/20 minutos do centro da cidade (de Luanda)”.


NOTA: autor desconhecido.

terça-feira, 3 de abril de 2012

A realidade para um verdadeiro Angolano.


O MPLA nasceu nos musseques de Luanda sim, pois era nos musseques onde se concentrava bandidos, parasitas e injustos. O MPLA é constituído por gente sem escrúpulos, gente que é racista e tribalista. O MPLA representa menos de 30% dos Angolanos e foram estes que mataram 3 quartos dos Angolanos durante a guerra fria (1975 a 2002). Conheço todos os Angolanos e, os do norte de Angola, que são os que fazem parte, livremente, do MPLA, são dotados de maus intuitos, não são sociáveis e olham para os do centro e do sul de Angola com um olhar de pouco riso. Se tivesse havido eleições livres em Angola, a UNITA ganhava o poder com mais de 70% e, precisamente, porque o MPLA sabia que perderia nas eleições é que quiseram tomar o poder pela força matando patriotas, irmãos e outros que lutaram contra o colonialismo, com a ajuda de Cuba e Portugal que entregou logo as armas do seu exército a fim de que tomassem o poder pela força! Mais de 70% dos Angolanos vivem sobre um regime de repressão imposto por um grupo de bandidos. Lembrem-se de que quem está falando assim, viveu 14 anos no meio de irmãos de raça negra e conhece bem os Angolanos, as tribos e os tribalistas. Nunca um angolano da Huila, Benguela, Cuanza-sul, Huambo, Bié, Moxico, Cunene, Cuando Cubango ou do Namibe votariam no MPLA. Como, alguns tribalistas, dizem que a UNITA devia pedir perdão, não concordo! Pois se a UNITA matou cinco mil pessoas o MPLA matou vinte mil... e que tal... já pediram desculpas? Mas as desculpas não tem qualquer valor, deve-se evitar é fazer os disparates! Não viram que estavam a matar filhos da terra! Pessoas que que ajudaram e desejaram acabar com o colonialismo? Angola só será livre quando o MPLA sair do poder! Pois Angola está a ser governada por estrangeiros criminosos corruptos!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

ANGOLA A SER GOVERNADA POR ESTRANJEIROS


Meus amigos e irmãos angolanos, escutem com muita atenção este depoimento feito por um verdadeiro e nacionalista angolano. Angola é um país rico, lá isso é, pois bem conheço! É triste que tanto lutaram para que Angola foce um país independente e com direitos socias iguis, mas não, não é assim! Em Angola os filhos da terra, os filhos dos que morreram na luta por uma independência e democracia, estão a passar por miséria enquanto que os governantes, estranjeiros, raptam tudo para seu belo prazer!
Angola tem de mudar de politica e de partido. As eleições estão aí e o povo não pode deixar-se levar pelo conto do vigário! Forção queridos irmãos, "Agola, primeiro é dos Angolanos, segundo é dos Angolanos, terceiro é dos Angolanos...quarto é de todos os que venham com boas intenções e repeitem os pricipios democráticos dedicando-se a Angola com alma e coração!... o nosso galo canta... oié-ié!!! Muangoléééé...

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Misse Universo 2011 é Angolana



Adorei!!!
Sempre disse e continuo a dizer, e esta conquista vem me dar razão, Angola é onde estão as mulheres mais lindas do mundo! Viva a mulher Angolana! Parabénssssssss!!!!!!! Fiquei feliz

terça-feira, 31 de maio de 2011

Os cães ladram e a caravana passa (Click no Link em baixo)






Minha gente, meus irmãos, o voto é a arma do povo! Todos temos o dever de axegir um governo de todos para todos. Um grande abraço destes vossos irmão que se encontram na Diaspora.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

KID MC - O INCORRIGÍVEL. (A coragem de um Angolano)

É preciso que os jovens de Angola acordem e tenham a coragem que tem o cantor de música “Rap” KID MC. Ouçam com atenção o seu grito de alerta. É preciso acordarem porque se o não fizerem com urgência, um dia será tarde!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Parque Nacional da Kissama


QUARTA-FEIRA, 12 DE NOVEMBRO DE 2008
De menina de Angola.
Parque Nacional da Kissama
O Kissama é um parque bem próximo a Luanda com cerca de 9.900 km², apesar de enorme ele conta com poucas espécies animais. Mas entre elas estão os elefantes, lindos e imponentes vivendo livremente e sem pressa.
Hoje a população e elefantes chega a 103, mas a pouco tempo atrás era quase impossível encontrá-los no parque. Além de elefantes encontramos nuances, golungos e guinus.
Contam que durante a guerra a população que fugiu das províncias buscando abrigo em Luanda começou a caçar os animais e entre eles os elefantes para vender o marfim. Uma judiação com os bichinhos, mas como repreender refugiados de guerra?
Mas a realidade do parque hoje é outra, os animais estão de volta e aumentando dia após dia. O parque conta com uma infra-estrutura razoável para receber os turistas com chalés, restaurantes e passeios guiados. Além de uma área de camping.

(Isto não conta á realidade, vejam os comentários em baixo, esses sim, são reais)

Anónimo disse...
Olá Menina de Angola
A Kissama não foi destruída apenas por aquilo que lhe contam.
Como sabe os elefantes são animais que se deslocam em longos percursos fazendo o retorno ao mesmo lugar muitas vezes. Angola estava em guerra e eles não conseguiam passar. Mas não só a guerra incapacitou os animais de continuarem no seu habitat sagrado. Os nunces, os golungos e os gnus foram mil vezes abatidos para saciar a sede do animal homem o MAIOR PREDADOR.
Não lhe contaram que gente bem posicionada e com acesso a helicópteros, depois de uma noitada bem regada com cerveja, fazia fogo sobre os animais e os deixavam a morrer? Pois foi Menina de Angola, foi mil vezes isto! Um espectáculo que se sabia no tempo da guerra. Não foram as populações fugidas do mato não! FORAM MENINOS QUE PARA SE DIVERTIREM, ACABARAM COM A KISSAMA.
Os elefantes inteligentes como são, mudaram a sua rota procurando caminhos serenos.
Os primeiros elefantes que voltaram à Kissama foram importados da África do Sul.
A verdade é dura e triste, por isso a escondem.
Um beijinho para si
Massaroca
18 de Novembro de 2008 16:18

Anônimo disse...

olá menina de Angola e de coração angolano,
não sei se o/a massaroca vive cá em Angola ou não, mas o que conta é realmente verdade. No tempo da guerra foi mesmo isso que se passou na Kissama.
Para vocês verem como há gente estúpida em qq lugar do mundo...
menina, parabéns pelo blog.
Um dia destes vá até ao Santuário da Muxima...é pertinho e vale a pena.
Mas se puder, vá pela via de Viana em direção a Catete, acho que a paisagem é mais bonita e também parece que é mais perto.
um beijinho
FC
19 de Novembro de 2008 15:01

Anônimo disse...

Olá mais uma vez menina de Angola.
Como disse o FC, vai sim à Muxima.
No caminho, compre uma mucua para em casa fazer refresco.
Se tiver fé, pede uma bênção especial que a Senhora da Muxima, concede.
Faço um pedido… pelas crianças, pelos homens e mulheres do meu país.
Pede por Angola, o ultimo paraíso do mundo.
Para que os hipopótamos voltem a povoar o rio Keve.
Para que os elefantes que já entram no sul, perto da Caama, não deixem de voltar.
Que a reserva do Biquar e da Mupa, volte a ter como recorte numa imagem única na hora do por do sol, os seus animais em liberdade.
Imagina Menina de Angola, o que é ver uma manada de zebras correndo pela anhara?
Como me custa sentir que o óleo de Mupeque feito pelas Muilas e Mucubais, já não é puro como era e está misturado com óleo de carro, porque até elas aprenderam a mentir.
Pede para que na casa de todos os angolanos, cheire a um bom caldo no fim-de-semana depois da festa.
Que o orgulho de um lindo penteado das meninas de Caluquembe volte de novo, em vez de como dizes numa post anterior, pedirem para comprar o teu cabelo.
Que os futuros homens e mulheres da nossa nação, sejam mais preocupados com a identidade do seu povo, em vez de «importarem» toilletes, musica e ritmos estrangeiros para queimarem em futilidades, nas noites e «só para alguns» no Chill Out, Miami, etc.
Que valorizem Angola tão cheia de fome e doentinha, como a vejo quando passo no Golfe, no Cazenga, no Palanca, em Benfica.
Ai Menina de Angola…quem me dera mostrar-te o meu País!
Massaroca
20 de Novembro de 2008 05:38


Menina de Angola disse...
Massaroca e FC, já faz algum tempo que quero ir ao Muxima, sempre vejo a placa quando vou para Cabo Ledo. Mas vou deixar para ir quando tiver a festa de Nossa Senhora do Muxima que deve ser lindíssima.
Será que algum de vocês sabe me dizer qual é a verdadeira história desse santuário?

Massaroca, se me permites gostaria de fazer um post com a sua última mensagem. Ela é linda demais para se perder nos comentários :)
bj e obrigada a todos pelos elogios e críticas...
24 de Novembro de 2008 11:50


Anônimo disse...

Menina de Angola
Retirado de um link de Paróquias Portuguesas e quase correspondendo à total verdade, aí está o que realmente representa a Sra da Muxima. Sei também que no tempo colonial e com grande influência da Igreja Católica, o dia da Mãe era festejado a 8 de Dezembro. No entanto a Sra da Muxima foi evoluindo numa mistura quase feiticista e num local para pagar promessas. Há variadíssimos rituais que só as «Mais Velhas» poderão explicar em pormenor. Sei que num dos rituais, a mulher vai de barco e sempre de costas viradas para o Santuário. Se encontrar uma «Mãe» mais simpática ela de certeza que contará pormenores.
Mulheres traídas, mulheres que não conseguem engravidar, vítimas de feitiço etc. Quase todos recorrem à Sra da Muxima.
Obrigada por teres gostado do meu comentário. Acredita que é o meu sentir! Muito! Mas muito resignado. É um orgulho teres gostado do que escrevi. Faz o que quiseres, foi para ti o texto.
Um beijinho
Massaroca
____________________________________
A imagem de Nossa Senhora da Conceição, mais conhecida como Senhora da Muxima, é uma das mais veneradas e de maior devoção popular em Angola. Vários são os testemunhos transmitidos por padres sobre a devoção do povo a Senhora da Muxima. O cónego Gericota, pároco da Igreja da Muxima no passado século, afirmava que: "....é extraordinária a devoção a Nossa Senhora da Muxima, por parte das pessoas, e até de gentios. Continuava dizendo que se faziam muitas ofertas, desde objectos de ouro, prata, velas, cera, galinhas, óleo de palma, azeite, amendoim e espigas de milho. A forma como a senhora da Muxima é venerada, assume aspectos interessantes, no quadro de um sincretismo entre as tradições Africanas e católicas. As mulheres são as maiores devotas, mas os homens também acorrem com muita frequência. Fazem-se pedidos para alcançar a fertilidade, ter sucesso, amor, fortuna, curar de doenças especialmente doenças mentais. Para cada pedido, reza-se de uma forma, para pedir amor é de outra forma, ou seja, conforme o pedido assim é a reza.
Os crentes conversam com a imagem da Santa como se de uma pessoa intima se tratasse, chegando a insultar altercar, ralhar, disparatar, quando os seus pedidos não são atendidos. Chegam a mandar bilhetes, cartas, requerimentos com pedidos para serem atendidos aqueles que não se podem lá deslocar, ou achem que os seus assuntos são sigilosos que não podem ser revelados a ninguém, a não ser à Santa.
A imagem da Senhora da Muxima está na Igreja Católica de Nossa Senhora da Muxima na vila da Muxima, província do Bengo a 130 quilómetros de Luanda a capital de Angola. Em língua Kimbundo a palavra Muxima significa coração. Foi-lhe atribuído esse nome, devido à sua localização "situada no meio da província, à beira do rio Kwanza".
A festa em homenagem à Senhora da Muxima realiza-se a 8 de Dezembro, desde 1833. Pela sua importância e significado histórico, a Igreja da Nossa Senhora da Muxima, foi considerada monumento nacional em 1924.


HISTÓRIA DO DESAPARECIMENTO DA IMAGEM

Quando da ocupação de Luanda pelos Holandeses (1641-1648), a imagem da Senhora da Muxima, foi levada para a vila de Massangano. Num dos combates, os Holandeses apoderaram-se da imagem da Santa. Depois de retomada Luanda, em 1648, a imagem foi trazida para Luanda, onde dois moradores da vila da Muxima a reconheceram, quando estava a ser restaurada e levaram-na de volta para a sua Igreja de Origem. A chegada da imagem, foi motivo de grande júbilo e festa para todos os que a veneravam e adoravam. Realizou-se uma procissão em que participaram habitantes de várias regiões.
25 de Novembro de 2008 03:20
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Eu, José Sousa, conhecia muito bem estes lugares e vesitei várias vezes a nossa senhora da muxima. O lugar é lindissimo. Mas pelos vistos a "Menina de Angola" não conhece nada. O Massaroca e o FC eles sim, conhecem e estão bem informado. Gosto de quem é realista.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Menina de Angola disse...



Menina de Angola disse...


Meu caro, devia vir cá e ver com seus próprios olhos o que diz. Ande pelas ruas e veja quem está ao volante dos carrões que circulam pelas estradas. Quem é que compra as casas milionárias que não param de ser construídas?

Que há expatriados a trabalhar e ser remunerado por isso não há dúvida. Mas não se precipite. O povo ainda sofre e muito, mas os empregos estão sendo criados. E pode apostar que por trás de um estrangeiro é o Angolano que está a ganhar o verdadeiro dinheiro.

O novo supermercado que abriu em Luanda gerou mais de 500 empregos, e todos eles angolanos. De expatriados são só 16 e o dono, quem fica com todo o dinheiro é Angolano...

Esse é só um exemplo. Há 5 anos atrás Angola tinha 70% da população vivendo na miséria e isso graças aos próprios angolanos e não aos estrangeiros. Hoje esse número caiu pela metade, há muito que se fazer, principalmente no que diz respeito a educação.

Mas cuidado para não ser racista, pois não são os estrangeiros que estão tirando o dinheiro de Angola, o que eles recebem não é nada comparado aos que os verdadeiros donos lucram...
17 de Janeiro de 2011 02:45

Menina de Angola disse...
Caro José,

Gostaria só de lhe esclarecer que não defendo o presidente e nenhum partido político. Apenas gostaria de alertá-lo que é muito simples colocar a "culpa"nos estrangeiros. Quando na realidade são os próprios angolanos os responsáveis.

Sei bem que em outras províncias e sim muita pobreza, mas há muita riqueza também. Não se esqueça que mais de 50% da população Angolana vive em Luanda.

Muitos angolanos criticam os expatriados que vem cá ganhar a vida, mas quantos deles deixam o conforto da vida que eles construíram nos EUA e Europa para vir cá e fazer o mesmo?

Oportunidades não faltam, todos os dias saem dezenas de anúncios de emprego com bom salários direcionados aos angolanos...

Mas a grande maioria não apetece vir e quando cá estão não demoram a partir também.

Como disse anteriormente não defendo o governo ou o sistema financeiro, apenas digo que não são os estrangeiros ou os investimentos estrangeiros que estão tirando o dinheiro do país.

Um abraço
18 de Janeiro de 2011 00:36
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Minha resposta
Menina de Angola!
Custa ler a realidade que se passa em Angola, não é verdade?
Porquê! Se não vive em Angola e só lá vai de vez em quando, e se, só conhece a Luanda dos capitalistas, fala como se conhecesse a realidade dos problemas dos angolanos! Quando eu respondo no seu blogue, logo apaga o que escrevo!? Não gosta que eu seja realista? Que eu lhe esclareça a verdade?
Quando diz "Ande pelas ruas e veja quem está ao volante dos carrões que circulam pelas estradas. Quem é que compra as casas milionárias que não param de ser construídas?". Eu lhe pergunto: São os tais 500 trabalhadores que tiveram direito ao emprego no novo Supermercado, que são os donos das tais casas e carros de luxo que apregoa haver em Luanda? Não, são dos corruptos apoiados pelo governo de ZéDu.
Quando diz: "Muitos angolanos criticam os expatriados que vem cá ganhar a vida, mas quantos deles deixam o conforto da vida que eles construíram nos EUA e Europa para vir cá e fazer o mesmo?". Eu lhe digo: Não está a ser realista, pois em Portugal existem muitos que ganhavam o ordenado minimo cá e agora estão aí a ganhar um balurdio de tal forma que já conseguiram, fazerem cá, uma grande casa. Assim como amigos que tenho no Brasil, e que os seus filhos foram para Angola, não tinham nada e agora já teem uma boa casa e um bom carro. Como vê, está muito longe da realidade o que diz. Mas tem mais! E os chineses que todos os dias entram aí cerca de 400, com vistos, e que um dia, o povo angolano se quizer verem livres, dessa estrangeirada, já não consegue porque eles são mais que os angolanos.
Quando diz que 50% dos angolanos vivem em Luanda! Vê-se mesmo que não conhece Angola. Aqui lhe coloco um mapa com a população que vive nas principais cidades de Angola. E, então os que vivem nos kimbos (aldeias) do interior (nas selva e nas savanas) esses não são gente? Como pode dizer que metade dos angolanos vive em Luanda! Isto é um absurdo… para isso teria que haver somente, no país inteiro, 5 555 225 habitantes, quando na realidade ultrapassam o dobro! Viaje por Angola, deixe de viver só no meio dos kaluandas ricos e entre na realidade dos factos! Também não te comprendo! Neste artigo do teu blogue "sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Cabo Ledo – um paraíso ameaçado!" escreves a verdade sobre Angola, agora já mudas-te de filosofia, porquê? Já te compraram para escreveres mentiras?
Aqui lhe deixo um mapa para que conheça a densidade populacional nas urbes e lhe recomendo que meta na sua cabeça a célebre frase angolana "KWACHA ANGOLA.

Cidades mais populosas de Angola ver



Luanda 2 776 125

Cabinda 66 020

Huambo 226 177

Uíge 60 008

Lobito 207 957

Namibe 54 657

Benguela 151 235

Lunda-Sul 40 198

Lunda-Norte 125 751 15

Sumbe-Kwanza-Sul 33 278

Bié 113 624 16

Huíla 30 305

Lubango 102 541 17


Gabela Kwanza-Sul 29 151

Malanje 87 047 18

Bengo 28 229

Namibe 80 150 19

Huambo 24 350

Zaire 67 553 20


M'Banza Kongo 24 220


(ver os que circula nestas fotos no Link em baixo, no Sumbe! Estes são os aproveitadores das zonas de lazer que vivem“á grande e á francesa".

Link: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=670988)


Veja este video e entre na realidade.


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Trabalho em Angola... só para estrageiros.

Como poderão ver estas fotos, os Nacionais não tem trabalho, e, aquele que tem, continua a ser mandado pelo branco que está a exturquir a riqueza de Angola para o seu país. É triste!


Caro amigo do blogue “AngolaBela”!
Este não é um blogue realista e está manipulado pelo governo angolano. O que apresenta, em todo o seu blogue, é só a parte boa, mas onde está a parte má! Não está a mostrar, ao mundo, a pobreza que por ali prolifera. Esta não é a Angola real, esta é a Angola de alguns. Onde 90% dos angolanos nunca terão direito a nada. Onde, esta Angola que mostra, é a Angola dos novos "Colonizadores" onde o oriundo já perdeu a fé na Angola que desejariam ver "Independente".
Tenho contacto com pessoas espalhadas por vários pontos de Angola, nomeadamente Huambo, Benguela, Lobito, Namibe, Sumbe, Porto-Amboim, Gabela e Quibala. O que eles me transmitem é que: Angola está colonizada com o apoio de José E. dos Santos e os filhos de Angola não têm direito a essa infra-estruturas que mostra no seu blogue. Essas infra-estruturas são benefícios para os capangas de José E. dos Santos e para os estrangeiros que estão a invadirem, em grande escala, esse país. Seria melhor ser realista sobre a situação da nova colonização pela China, Brasil e outros. Pois o povo quando combateu o Colonialismo, não era com a finalidade de virem a ter um país, onde existe trabalhos para estrangeiros, mas não para os angolanos. Deveriam apostar na educação e qualificação. Esta é a realidade do país que amo.
Tributo à mulher africana

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O que acontece em Angola (vergonhoso)


Viver em Angola requer um elevado grau de paciência e calma. Sendo este um país com menos de 40 anos de idade e vítima de várias guerras desencadeadas ainda antes da sua independência e levadas a cabo até mesmo a década que findou, a realidade que aqui se vive é atrofiada. Nota-se porém, um esforço genuíno no desenvolvimento de certos aspectos deste país. Sempre que visito deparo-me com novos edifícios, estradas, empreendimentos, restaurantes, hotéis, e por aí em diante. Hoje gozo de internet wireless de banda larga quando a meros aninhos só tinha net por cabo. Prolificam-se as multicaixas (ATMs), mais e mais lugares aceitam cartões Visa, e nota-se uma grande variedade de novos negócios a abrirem-se, muitos deles com capital estrangeiro, o que denota a presença do sempre importante investimento externo. Há também muitos negócios a abrirem-se com capital somente angolano, mostrando que temos uma valente veia empreendedora. Até mesmo o ‘glorioso’ aeroporto 4 de Fevereiro já demonstra sinais de não ser o pior aeroporto do continente. Isto para não falar nas obras exemplares do aeroporto de Lubango, ou a nova estação ferroviária de Malange...

Mas, infelizmente, continuo a constatar que não obstante todo este desenvolvimento ‘físico’ e infra-estrutural, o nosso desenvolvimento mental continua o mesmo, ou mesmo, pior ainda. Ás vezes parece-me que neste prisma, regredimos. Os nossos comportamentos uns com os outros, as nossas atitudes e a nossa mentalidade não está a acompanhar o tipo de desenvolvimento que descrevi acima. E é aí onde se torna necessário a tal paciência e calma para se viver aqui, porque cada dia deparo-me com verdadeiros atentados a decência humana. São várias as coisas que me fazem confusão a cabeça, que me fazem levar as mãos ao nguimbo em puro desespero. Leia então, abaixo, os sete pontos que me fazem muita confusão na cabeça.

1. A nossa arrogância

Noto em nós uma grande arrogância para com outros países africanos e o mundo em geral. Talvez por estamos a fornecer petróleo às verdadeiras grandes potencias mundiais, nos subiu a cabeça que também somos uma potencia mundial e como tal todo mundo deve subjugar-se aos nossos pés. Ou talvez é porque a nossa economia cresce aos dois dígitos enquanto o resto do mundo afunda-se numa grave crise mundial. Por altura da União Europeia ter banido a TAAG dos seus céus, junto com dezenas de outras empresas aéreas mundiais, em vez de seguirmos o exemplo dos outros países que viram as suas companhias aéreas banidas e partiram logo para a reestruturação das mesmas, a nossa primeira reacção foi aplicar medidas de reciprocidade, sem termos razão para tal.

É verdade que somos o segundo maior fornecedor de petróleo da África subsaariana e que a Nigéria esta rapidamente a perder terreno. É verdade que na SADC somos uma potencia no verdadeiro sentido da palavra, e que nesta região só mesmo a África de Sul detém uma maior economia, mais poderio militar, etc. É verdade que estamos a fazer subir prédios altos e a construir estradas.

Mas o que é realmente ser uma potencia? O que é realmente o desenvolvimento? Há dias quando estava enfiado num buraco em pleno bairro Palanca, acabado de sair de igual buraco no bairro do Golfe, olhei ao meu redor e admirei o nível da verdadeira miséria e a quantidade de lixo que a grande maioria de luandenses enfrenta todos os dias. Nestes bairros, onde a comida é vendida ao lado do lixo, é difícil notar o crescimento da economia. Quando chove e o teu carro entra numa cratera viscosa em pleno Mártires, numa rua que nunca foi asfaltada, é difícil perceber que estamos na cidade mais cara do mundo. Estamos sempre a subir? Desenvolvimento? Potencia mundial? Será que são os prédios que estão a nos iludir? Basta sair do círculo restrito da capital onde acontecem todas as obras e ‘dar uma volta’ por aquele mar vermelho luandense de terra batida, onde acaba o asfalto (passar a fronteira, como diz o meu primo) para perceber realmente quanto falta por fazer.

A humildade faz bem.

Um dos muitos marcos que se usam para definir o grau de desenvolvimento de um país é o seu serviço de telecomunicações. Quantas pessoas têm acesso a telefones celulares? E a internet? Quantos subscritores de banda larga fixa existem por cada 100 habitantes? Temos aqui mesmo ao lado de nós países muito menos arrogantes que ostentam um nível de vida muito superior ao nosso, estando também muito mais ligados ao mundo. Só aqui na SADC, em 15 países, Angola surge em numero 11 em utilizadores de internet por 100 habitantes, com 3,28. A lista é liderada por Seychelles, Ilhas Maurícias, e Zimbabué. Cabo Verde: 29,67. No que toca a subscritores de banda larga fixa, Angola surge outra vez na 11 posição, com 0,11, numa lista novamente liderada por Seychelles, Ilhas Maurícias, e Zimbabué. Cabo Verde: 1,38. (números tirados de um artigo da Revista Exame número 11, Dezembro/Janeiro 2011)

Portanto, isto serve para dizer que antes de nos arrogarmos a tentar provar a todo mundo que somos um país desenvolvido, é bom providenciar aos nossos cidadãos serviços básicos das mais diversas índoles. Não ouvimos discursos musculados vindo dos países citados acima (de bem que Zimbabué foge a regra). Somos sim uma potencia, mas ainda nos falta traduzir este potencial para actos concretos que melhoram a vida do cidadão comum.

2. A Policia Nacional

Certo dia estava com os meus primos a sair de Talatona para o centro da cidade. Pelo caminho, em plena estrada da Samba, o nosso carro avariou. Teve que vir um outro primo puxar o nosso carro desde lá até a Maianga, uma tarefa árdua para quem conhece a maneira ‘linda’ como o luandense conduz. Ainda por cima era um jipe a puxar o outro. Nas imediações do prédio da Sonangol, depois de todo aquele caminho andado e a meros minutos de casa, surge um policia num destes Audis novos com que eles agora adoram fazer banga. Transcrevo a conversa que sucedeu:

PT (Policia de Trânsito) – Carta de condução e documentos da viatura.

V (Victor, meu primo) – Aqui estão senhor agente. Fiz alguma coisa de errado?

O agente olha para os documentos (em dia) e para a carta de condução (também em dia). Olha para os dois carros, um a puxar o outro.

PT – BI se faz favor.

V - ...não tenho o meu BI comigo, senhor agente.

PT – O motorista não sabe que não pode conduzir sem o BI?

V – Não, senhor agente, isto nunca me foi dito na escola de condução. Será que isso é uma nova lei? Aonde é que está escrito?

PT – Escrito? Não é preciso estar escrito, podes perguntar a qualquer pessoa e eles vão te dizer que não podes conduzir sem BI.

V - ...

PT – E aonde está o triângulo da viatura?

V – No porta bagagem, senhor agente.

PT – O motorista não sabe que não pode rebocar outro carro sem mostrar devidamente o triângulo?

V – Não sabia, senhor agente. Mas tenho os intermitentes dos dois carros ligados e como viu estávamos a andar devagar.

PT – Sem o triangulo à mostra pode matar gente! O senhor está a pôr em perigo a vida dos outros motoristas!

V - ...como Sr. Agente? Estou com os intermitentes ligados e a anda a uma velocidade bastante responsável!

PT – O senhor vai ter que pagar multa por pôr em jogo a vida dos ouros motoristas. Siga-me por favor.

V – Com os dois carros!?

PT – Sim senhor, com os dois carros.

Não fazendo mais menção do tal triângulo assassino, e com os documentos do Victor na mão, o policia mandou-nos seguir o seu carro com os nossos (!) e bastou fazer mais duas ou três curvas, a corda que puxava o nosso jipe estalou. O policia mal abrandou e foi-se embora. Com os documentos do Victor.

Não obstante termos resgatado depois os tais documentos, é por essa e por outras que a policia nacional angolana me faz confusão na cabeça. Ou seja, numa sociedade aonde o cidadão comum tem quase tanto medo da policia como o bandido, algo vai mal. Em vez de ter a segurança social como a sua primeira preocupação, o agente preferiu nos fazer a vida negra. Não custaria nada nos ajudar, pondo o triangulo por cima do carro, por exemplo. Mas optaram pela opção que mais nos complicaria a vida. O grau de corrupção na policia já atingiu graus cómicos: no outro dia o meu primo estava no candongueiro quando este foi parado por um agente. O agente fez se a janela do motorista, e este tentou dar-lhe os seus documentos.

“Documentos?!”, perguntou, incrédulo, o agente. “Vocês estão sempre na ilegalidade. Não é documentos, você já sabe o que tem que fazer,” disse o agente, levando consigo os documentos do motorista. O motorista sai do candongueiro com uma nota de 1000 kwanzas na mão, e volta poucos minutos depois com os seus documentos.

Histórias como essa, todos nós temos, e aos pontapés. É verdade que os policias ganham muito pouco. Mas o abuso que nos fazem já começa a ser ridículo.

3. Os nossos preços

A nossa realidade socioeconómica faz com que a vida em Luanda seja cara. Não há como escapar isto. É uma simples lei económica: quando a procura é maior que a demanda, os preços sobem. Com o nosso crescimento económico e o constante influxo de expatriados, não vejo os preços a desceram tão cedo. Agora, uma coisa é certa. Há esta realidade, mas também há a especulação. O que me faz confusão na cabeça é esta especulação, que faz com que, por exemplo, um melão na Casa dos Frescos custe mais que $100. Muitas das vezes a sede para lucros fáceis e rápidos faz com que vários empreendimentos pratiquem preços altamente injustos.

Sinto também que existe um foco desproporcional para com a clase média alta e clase alta por parte de investidores privados tanto nacionais como estrangeiros. Pergunto-me se há mesmo dinheiro suficiente neste país para as tantas casas de alta renda e condomínios de luxo que se constõem por toda Luanda e não só. Será que é sustentável? O mercado aguenta? E quando esta benesse vinda do petróleo acabar? Dizem os mais esclarecidos que aqui há mesmo este dinheiro todo...só me resta esperar para ver. Para pôr as coisas em perspectiva, o futuro penthouse da Torre Ambiente, a ser construída na Marginal, custa $9 milhões e parece ser o apartmanto mais caro do continente...a penthouse no sexagésimo andar do One Rincon Hill, a torre mais alta de São Francisco, custa $3.3 milhões.

4. Falta de investimento na educação

Por mais dinheiro que o estado faça (e olha que o PIB está em franco crescimento de ano para ano) a fasquia destinada a educação continua a ser irrisória: 4,4% para o ano 2011. O valor da educação no desenvolvimento de um país é de extrema importância, e todos os dias vemos as causas directas da fraca qualidade de educação no país. Na semana passada estava uma amiga a contar-me sobre a corrupção gritante na universidade onde estudava, corrupção esta que a levou a deixar o país para estudar fora, porque já não aguentava mais. Fizemos juntos uma pesquisa na net e chegamos a conclusão que em várias listas das 100 melhores universidades em África, nenhuma é angolana. Algo está podre no nosso sistema de educação, e não vejo ninguém de direito a colmatar esta grave lacuna.

5. O serviço ao cliente/consumidor/cidadão

Isto já nem deve ser novidade para vocês, e nem vou falar muito sobre isto. Aqui em Angola o conceito de customer service parece não existir, e ponto final. Abrem novas lojas, novos restaurantes, novos serviços e o atendimento parece ser o mesmo: os funcionários nos atendem mal, respondem mal, actuam como se estivessem a nos fazer um grande favor. É stressante. Não sei se o salário é pouco, mas em países mais pobres que Angola ou pelo menos no mesmo patamar, nunca fui atendido assim. O que custa atender condignamente um cliente? O que custa prestar-lhe um serviço personalizado? O mesmo sucede com o atendimento ao cidadão por parte de funcionários públicos. Quase nada é feito sem a gasosa. Esta prática está enraizada no nosso dia a dia. Mesmo assim, custa-me aceitar que é mesmo assim que as coisas funcionam. O conceito de que eu tenho de pagar um funcionário público para que faça o trabalho que o seu salário exige, faz-me confusão na cabeça. E sabendo que eu terei de pagar gasosa, se pelo menos me atendessem bem...e isto leva-me ao meu ponto seguinte:

6. A ‘complicação’ às pessoas

Todo angolano e não só saberá exactamente do que falo. O angolano adora complicar o outro. Neste país, a mais fácil tarefa ou procedimento vira logo um bicho de sete cabeças e vários dias perdido no trânsito. Vais renovar um documento, falta-te qualquer coisa mínima, ou chegas 10 minutos antes que fecha o posto de atendimento, e o funcionário não tem a mínima vontade de te ajudar. “Volta amanhã,” é a resposta. Como se amanhã não trabalhasses, como se amanhã não tivesses mais que fazer, como se pudesses perder outro dia a tentar ir de Viana para Luanda antes que o funcionário decida sair para o almoço uma hora antes do que devia. Tudo que pode ser tornado fácil, é tornado mais difícil, em quase todas as áreas da sociedade, desde a governação ao comercio geral. É como se todo mundo trabalha simultaneamente contra si. Faz-me muita confusão na cabeça.

7. A “aposta” no turismo

Precisamos urgentemente de diversificar a nossa economia. O petróleo não durará para sempre, e não podemos depender dos seus preços flutuantes. O governo tem estado a tentar fazer isso mesmo, ao apostar mais na agricultura e no turismo, entre outros sectores. Mas será a aposta no turismo séria? E se assim for, porquê os preços absurdos das passagens para Luanda? Por que não acabar com o parentesco a TAAG e abrir as nossas rotas aéreas ao mercado livre? E os preços dos hotéis? E mais importante ainda, porquê as dificuldades na concessão de vistos? Faz-me confusão na cabeça esta aposta no turismo quando é difícil para o meu amigo estrangeiro obter um visto angolano, comprar uma passagem aérea milionária, pagar centenas de dólares por noite num hotel de qualidade duvidosa, e gastar rios de dinheiro após o desembarque. Quando poderia ir à Moçambique por muito, mas muito menos dinheiro e muito menos transtornos. Se quisermos ser competitivos no mercado de turismo, temos muito que mudar.

Podemos ser um grande país, uma verdadeira potência africana, mas antes de tal teremos de mudar a nossa mentalidade. É urgente.

Por: Vozes da juventude angolana na diáspora

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

RELATÓRIO CMI SOCIEDADE CIVIL EM ANGOLA R 2007:



Em Angola, o engajamento da sociedade civil é essencial para se alcançar um mínimo de transparência e responsabilidade governamentais, numa altura em que se regista um “boom” nas
receitas petrolíferas e persiste a incerteza relativamente ao processo eleitoral. Angola não conhece
eleições desde 1992, e com as elevadas receitas petrolíferas esperadas, a sociedade civil e a
comunidade internacional são as únicas forças capazes de exercerem influência e pressão sobre o
governo para demonstrar o adequado respeito pelos direitos humanos e redistribuir as receitas dos
recursos minerais.
Sem eleições há quase 15 anos, o canal para os cidadãos expressarem as suas preferências
de políticas por meio das eleições está bloqueado. O Governo de Angola não está a ser
responsabilizado por meio de eleições. Por isso, os cidadãos angolanos possuem poucos meios para
expressar as suas preferências de política, excepto, através das organizações da sociedade civil, os
meios de comunicação social e a acção directa. A sociedade civil em Angola deve estabelecer e
defender os seus direitos ao conhecimento e supervisão (incluindo acesso à informação), e a
defender os seus direitos à organização como meio de participação popular, de consulta e de
opinião. A sociedade civil tem um papel importante a desempenhar para se estabelecer um mínimo
de transparência e responsabilidade nos assuntos de interesse público em Angola.
De acordo com o recente relatório dos Direitos Humanos elaborado pelo Departamento de
Estado Norte-Americano (2006), existem actualmente mais de 100 ONGs internacionais e
aproximadamente 350 ONGs nacionais a trabalhar em Angola. Segundo um recente directório de
ONGs elaborado pela Unidade Técnica de Coordenação da Ajuda Humanitária (UTCAH), existem
97 organizações internacionais, 78 nacionais e 15 organizações religiosas (UTCAH 2006). Existem
provavelmente mais ONGs nacionais a trabalhar, particularmente a nível local, e as ONGs listadas
podem até ser insignificantes e inoperativas.
Apesar dos números, foi apenas em princípios de 1990 que a sociedade civil se tornou um
factor com significado político, quando a longa história do regime autoritário do partido único
conheceu alguma forma de moderação na primeira abertura democrática de Angola. Ainda assim, a
não realização de eleições, a dominação do partido único, um legado histórico do regime socialista,
e o actual ímpeto da elite no poder de deter o pleno controlo das receitas dos recursos naturais,
constituem factores limitativos para a organização da sociedade civil.
O objectivo primário deste relatório consiste em desenvolver um entendimento do papel
político das organizações da sociedade civil na Angola contemporânea. Analisaremos mais
especificamente o papel que a sociedade civil pode desempenhar para influenciar a favor da
transparência e da prestação de contas na gestão das finanças públicas, ou, por outras palavras,
como a sociedade civil pode contribuir para a transparência, responsabilidade e gestão adequada da
riqueza mineral de Angola em crescimento rápido.
Neste estudo analisamos principalmente as organizações da sociedade civil com o foco nas
políticas das receitas petrolíferas em Angola, no sector petrolífero e na programação e execução do
orçamento numa perspectiva de combate à pobreza. Em que medida as organizações da sociedade
civil em Angola têm um interesse real e potencial em, e influência sobre, políticas e processos de
receitas e de orçamento do Governo? Esta é a questão dos “milhões desaparecidos”, da tributação e
receitas dos sectores minerais (principalmente petróleo, gás e diamantes), da gestão das finanças
públicas das receitas do petróleo e outras receitas minerais, do próprio processo do orçamento, da
redistribuição e orçamentação do combate à pobreza, a implementação da política financeira, e a
transparência e a responsabilidade social corporativa das empresas internacionais que operam em
Angola.
Um segundo e mais amplo objectivo deste relatório consiste em desenvolver um
entendimento das forças e actores que podem, eventualmente, contribuir para uma melhor
RELATÓRIO CMI SOCIEDADE CIVIL EM ANGOLA R 2007: 8
2
governação em Angola, incluindo mais transparência nas questões públicas e maior
responsabilidade na prestação de contas por parte dos funcionários públicos e dos detentores de
cargos eleitos. Esta perspectiva mais ampla visa identificar e categorizar as organizações existentes
e as OSCs engajadas em (ou com um potencial para influenciar a favor de) boa governação e
prestação de contas em Angola, incluindo os direitos humanos básicos, a transparência, voz e
participação, tanto a nível central como local. Este objectivo mais amplo incluirá consequentemente
alguma avaliação da potencial oposição à elite no poder em Angola, e lançar alguma luz sobre o
papel da sociedade civil como um agente de mudança no processo da democratização em Angola.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Esta é a verdade sobre a querida pátria "Angolana"

Os verdadeiros Patriotas (Agostino Neto e Jonas Savimbi)

Em Angola existiram, nas décadas de 60 e 70, três partidos revolucionários que lutaram para por fim ao colonialismo. Um dos três partidos era o do Olden Roberto (FNLA Frente Nacional de Libertação de Angola). Este, Olden Roberto, era um falso Angolano, ele era lacaio do imperialismo internacional, não lutava com amor á pátria e ao povo Angolano. Infelizmente, os que o fizeram com amor ao povo e com o intuito de acabarem com os colonialismos, já faleceram. Foram eles, Agostinho Neto e Jonas Malheiro Savimbi. O José Eduardo dos Santos, é um traidor, pois está a entregar o país que tanto amamos, a novos colonizadores que, estes sim, exturquem toda a riqueza, deixando assim, para trás na miséria, os filhos e amantes de Angola.
Vejam este filme. Dedico-o a todo o verdadeiro angolano.

domingo, 31 de outubro de 2010

A morte do presidente da UNITA, Dr. Jonas Malheiro Savimbi.

Como todos sabemos, e como também já escrevi, o saudoso morto presidente da UNITA, lutou contra o MPLA até à sua morte. Não lutava contra um governo, porque nem ele, nem 70% dos Angolanos não votaram na escolha desse governo, e, como tal, era um governo, visto pelos angolanos, como ilegítimo. Foi por este motivo que a UNITA, depois de ter vencido o colonialismo, foi esforçado a levar a cabo cerca de 30 anos de guerra fratricida a fim de defender que a sua pátria querida não caísse na mão de novos colonizadores, como China, Brasil e até Portugal, que apoiados pelo José Eduardo dos Santos, família e capangas, exturquem riquezas de Angola como nunca durante o Colonialismo foi extorquida e o povo vivendo numa miséria profunda.
O Dr. Savimbi era um cidadão que lutou toda a sua vida em busca da igualdade para o povo angolano. Não foi morto pelos Angolanos! Foi morto pelos lacaios do imperialismo internacional! Os que o mataram não eram angolanos e como tal não vivem em defesa dos interesses dos Angolanos.
Sem escrúpulos, mataram-no e escandalosamente, mostraram imagens de vários ângulos de seu cadáver como se de um animal se tratasse. Foi um escândalo! Não se trata um ser humano daquela forma! Depois de já estar morto, aproximaram-se do cadáver, espetando-lhe com mais uns tiros e pontapearam-no! Os anti-angolanos que o fizeram, são terroristas que, não só tiveram coragem de o matar, em vez de o capturarem, como também já haviam morto vários simpatizantes daquele movimento do galo negro.
Estes homens, que chacinaram os que lutavam pela igualdade do seu povo, deveriam serem julgados no tribunal internacional dos direitos humanos.
De que valeu o povo angolano sacrificarem a sua vida para acabarem com o colonialismo português? Homens, mulheres e crianças morreram no tempo colonial mas era em defesa da sua terra, em defesa de igualdade social. Mas uma coisa é certa… muito mais gente foi morta pelos lacaios do imperialismo depois da independência, do que durante todo o tempo colonial.
Hoje, os que são verdadeiramente angolanos, os que perderam e se desagregaram de suas famílias devido á guerra, vivem numa miséria profundo para que José Eduardo dos Santos, lacaio do imperialismo internacional, sua filha e capangas vivam em grande nível de vida sendo eles os donos de parte da riqueza extorquida em Angola, porque outra parte é extorquida por empresas estrangeiras.
Povo Angolano… como presidente de um partido que lutou pela igualdade dos angolanos só ouve um! Foi o Dr. Savimbi, ele amava a sua terra e o seu povo! Ele não morreu! Ele vai estar sempre na memória dos Angolanos! Não na memória dos estrangeiros ZÈDU e COMPANHIA.
O Sol quando nasce é para todos…






Na bandeira, da UNITA, a cor vermelha representa o "sangue dos angolanos", o verde representa “Esperança”, o sol representa “Quando nasce é para todos” e o galo “Quando canta é para despertar”! Por isso sigam os dizeres da bandeira! Despertem! Abram os olhos! Não se deixem enganar! “O nosso galo canta”!!!


Savimbi… sempre!
Angola… sempre!
KWACHA Angola, KWACHA UNITA

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Angolanos revoltados com o que se passa no país

Esturquidores de Angola
Por: Irmão Gordo
Jamais olvidaremos os exemplos do Dr. Jonas Savimbi que quis que os filhos de Angola fossem valorizados na sua terra como gentes, mas infelizmente os inimigos de Angola e angolanos fizeram tudo para a sua liquidação, mas ainda somos milhares e milhares de angolanos que sentimos na pele e osso o sofrimento deste país sobretudo a dominação neo-colonial que se arrasta em Angola. Mas mais tarde ou mais cedo, a cena política em Angola irá mudar com o esforço de todos angolanos, para se acabar com a corrupção, a miséria, a fome, o crime organizado a partir do executivo, utilizando o nome dos angolanos para fazerem os seus desejos pessoais. O desenvolvimento do país parte prioritariamente, na organização dos homens, vivendo assim em harmonia sem exclusão social ou ódio devido a miséria extrema que se verifica em todos os cantos de Angola. O Dr. Jonas Malheiro Savimbi é o exemplo a seguir em todas as circunstâncias, porque ninguém aceita na sua terra viver como escravo, a pessoa vem de onde vier nós venceremos pela força duma democracia real, para que os filhos desta pátria sintam-se como gente e pessoas desta terra do N’gola. Frisou pela paz, amor e fraternidade para com todos os povos do mundo o grande pensador internacional e conselheiro mundial dos direitos humanos.
Dr. Savimbi descanse em paz. Lutaste para o bem do seu povo. Primeiro os Angolanos, segundo os Angolanos, terceiro, os Angolanos. Os Angolanos sempre!
Foste mal interpretado pelos corruptos do MPLA! Hoje os estrangeiros têm poder económico neste país. Tem emprego… e os angolanos? São tratados e vistos como um cão! E não podemos lamentar porque os que estão no poder, pelo MPLA, são de nacionalidade duvidosa.

Por: KIKI
Mesmo com tanta propaganda contra Savimbi, isto não nos troca o angolano Savimbi pelos estrangeiros Santola e ZEDU. Se o Savimbi matou e violou, não matou e nem violou Santola, o Cabula. Matou e violou o seu povo! Então o ZEDU e o MPLA são estrangeiros? Matou e continua a matar angolanos! Então quem são mais criminosos? Alem de nos matar continua a roubar dinheiro da nossa riqueza! Hoje fala da compra de bancos e fábricas portuguesas, quem faz isto? São eles! Hoje Cabo-Verde é uma ilha turística bem organizada, quem são os donos daquelas coisas todas em Cabo-Verde? Kopelipa e outros! Roubam em Angola e levam para o país deles. O Savimbi matou os Angolanos igual a estes! Se vai ser julgado nos angolanos é que vai fazer o julgamento do Savimbi. Mas o ZEDU não tem o direito de matar os angolanos, ele é estrangeiro! Nos não permitimos isto! Já ouvimos muito… o Savimbi fez isto, disse aquilo, mas a verdadeira causa da morte de Savimbi, era a liberdade de roubo por parte do MPLA. Se ele tivesse vivido realmente Isabel não teria o que tem hoje! Mesmo o ZE ia trabalhar melhor por pressão de Savimbi. Este é o único angolano e os crioulos tinham medo. Seguir o exemplo de Savimbi, é mostrar que somos fortes.

Por: Longwani Mokka
Para os grandes homens deste mundo, e conhecedores da história mundial, Jonas Savimbi, era incomparável! E para os bíblicos ou cristão, basta entenderem quão Jesus Cristo sofreu para salvar dos pecados esta raça humana! Desculpem, para os que pouco pensam até agora não conseguem entenderem a causa da luta por Angola, por parte de Jonas Savimbi. Hoje em Angola vive-se um regime muito complicado que até os analfabetos se questiona porquê? Ficaram na memória os grandes líderes africanos, como Nelson Mandela, Kheneth Kaunda, Khuamen Kruman, entre outros de renome. Triste quem não sabe! A verdade para ser descoberta leva tempo, é só povo aprenderem todos a lerem e saberão da verdade sobre Savimbi.

domingo, 17 de outubro de 2010

Angola: Filha de Eduardo dos Santos é “Zon”…?

Postado por: Melita Em julho 3, 2009 As 3:00 am.

Um povo que vive miseravelmente…Uma filha do Presidente desse mesmo povo, que é já das mulheres mais ricas do mundo…Um País, em que para se entrar no seu mercado, tem que se dar “parceria” à filha do Presidente …”
Essa filha, para não ser o pai, já vem fazendo parcerias desse tipo, com muitas das empresas sediadas em Portugal …

O povo…vive na “terra do Nunca”…

Diga lá Quem é ZON???

Diga lá Quem é ZON???

Não pactues com este tipo de “farsas” das grandes empresas Portuguesas…, que pensando também em lucros, esquecem o sofrimento do povo Angolano, tal como quem o dirige.

Quem Cala consente…

Deus escreve direito por linhas tortas… Esta é a Esperança do povo da “terra do nunca” povo Angolano e Português…

O que se passa em Angola?


Por ANTÓNIO VERÍSSIMO -- MARTINHO JÚNIOR, em PÁGINA UM.

A FOME TAMBÉM TEM O ROSTO DOS CORRUPTOS ANGOLANOS
Impressionante. É o adjectivo que moderadamente conseguimos encontrar para classificar aquilo que Martinho Júnior nos traz do YouTube. Realidade que também vai encontrando no quotidiano angolano, principalmente de Luanda, como é o exemplo aqui trazido.

Uma evidência que nos convida a darmos muitos gritos de revolta pelo estado a que os Josés Eduardos dos Santos, angolanos e de outras nacionalidades, conduziram o povo angolano, os idosos, os homens e mulheres angolanas, os jovens, os adolescentes e as crianças.
Impressionante é vermos como mãos cheias de crianças e adolescentes abandonados sobrevivem diariamente entre a imundice, a destruição, a fome e as doenças.
Próximo, os José Eduardos dos Santos dos MPLÁs e de futuros MPLÁs com outros nomes sugam as riquezas de um país sem mínima consideração pelo seu povo ou até pela histórica luta pela independência por que homens de antanho deram a vida.

Pela comprovada crueldade, displicência e egoísmo de mentes criminosas que SE governam em Angola, publicamos o despacho do nosso elemento da Fábrica dos Blogs em Angola. - António Veríssimo


Angola lidera países com mais mortes por causas ambientais
2007 Junho 14
Cerca de 116 mil pessoas morrem anualmente em Angola devido às más condições ambientais, principalmente da água e ar, de acordo com um estudo divulgado nesta quarta-feira pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O resultado lista o país como um dos piores colocados, ao lado de Burkina Faso, Mali e Afeganistão.

O estudo “Fardo Ambiental das Doenças” é o primeiro a traçar em cada país o impacto dos problemas ambientais, que, segundo estimativas da OMS, causam anualmente 13 milhões de mortes em todo o mundo. Os cálculos da OMS, baseados nas estatísticas de saúde nacionais relativas a 2004, indicam que os problemas ambientais em Angola são responsáveis por 37% das doenças e 116 mil mortes todos os anos.

O número de anos de vida saudável perdidos no país devido a problemas ambientais é de 304 por 1.000 habitantes anualmente. As diarréias representam o principal impacto da má qualidade do ambiente por tipo de doença, com uma taxa angolana é de 114 dias de vida perdidos, a pior do mundo. Entre as piores do mundo estão ainda as taxas de impacto ambiental nas infecções respiratórias (50 dias), ferimentos causados por acidentes rodoviários (8,9 dias) e ferimentos com outras causas (17 dias).

Interesses angolanos vão desde a banca aos media
- DN de junho/2009


A compra da maioria do capital da empresa que detém o semanário Sol por parte de uma empresa angolana, a Newshold, foi o último passo, conhecido, de investimentos em Portugal. Nos últimos anos, a presença angolana em Portugal foi clara e notória.

Uma das maiores associações está no sector da energia. A petrolífera Sonangol integra o capital da Amorim Energia, empresa do grupo Amorim, um dos maiores accionistas da Galp. Nos últimos quatro anos, o consórcio formado por Américo Amorim, Sonangol, Isabel dos Santos, filha de José Eduardo dos Santos, e Caixa Galicia, já arrecadou cerca de 330 milhões de euros em dividendos (valor bruto, sujeito a impostos) desde que entrou no capital da Galp Energia.

Os investimentos da filha de José Eduardo dos Santos passam ainda pela banca. No final do ano passado, a Santoro Financial Holding, detida por Isabel dos Santos, comprou a posição de 9,69% que o BCP detinha no banco BPI.O negócio foi feito por 163,9 milhões de euros, segundo foi noticiado.

Isabel dos Santos detém ainda, através da Santoro Financial, uma posição de 25% no Banco BIC Português, presidido por Mira Amaral, antigo ministro de Cavaco Silva, detido maioritariamente por capitais angolanos.

Recentemente, segundo notícias vindas a público, Isabel dos Santos fechou um negócio com a empresa portuguesa Zon Multimédia para o projecto de televisão por cabo em Angola. A nova sociedade constituída em Angola será detida 70% por Isabel dos Santos e os restantes pela dona da TV Cabo portuguesa. O projecto aguarda as licenças das autoridades angolanas.

por C.R.L -- DN Portugal de 30/06/2009

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Sempre com a música. As mudanças em 45 anos.













Em cima, Feira e festa anual de São Mateus-Soure 2010
Foi aos 14 anos que iniciei a minha ligação ao mundo da música. No inicio, em Angola, fazia Farras (Bailes), lá no Kimbo (Aldeia), para os meus cambas (amigos). Aqui vos vou mostrar, por ordem, os aparelhos que usei, primeiro em Angola nos anos 60 e 70, depois em Portugal até a data de hoje.
Adoro este meu trabalho de entertainer. Os tempos mudaram e eu passei dos discos em vinil para as grandes bobines, depois, já cá em Portugal, para as cassetes e de seguida os CD’s. Hoje, utilizo o equipamento mais moderno no mercado. Um computador, um disco rígido externo de 500 gigas, e uma mesa de mistura. A amplificação é de 4000wates RMS e as caixas de som (Colunas) são construídas por mim com Altifalante de graves (woofer) de 800wates, médios 300wates e agudos 150wates,
Amplificadores, crossover passivo, processadores, etc.
Com este equipamento faço de DJ, Karaoke e animação de ambiente em festas (arraiais, casamentos, aniversários, comícios, etc.).