Estes são os Blogues dos que amam Angola

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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Gabela Angola. Em 30 Outubro 2016



Video pelas ruas da Gabela, 30 Outubro 2016

DR SAVIMBI LEMBRADO PELO SEU POVO 8 08 2015

WAKU-KUNGU - A JURA canta e encanta

DAP Esperança da Vitória do Bailundo-Huambo, 12 de Maço 2015

LUKAMBA PAUlO GATO: GOVERNAR É PREVER.

A UNITA NO HUAMBO, ABRE EM GRANDE O ANO POLÍTICO RUMO A VITÓRIA ELEITORA...

SAMAKUVA NO MERCADO DE ALEMANHA NO HUAMBO

UNITA RUMO A VICTORIA EM 2017

MUSSENDE K. SUL. PALMILHANDO ANGOLA. SAMAKUVA PR. UNITA

Angola's Isaias Samakuva strongest opposition leader

Isaías Samakuva: "Vou deixar a liderança da UNITA depois das eleições"

Discurso do Dr. Isaías Samakuva em Bruxelas 28/01/2017

TPA GRANDE ENTREVISTA COM O PRESIDENTE DA UNITA ISAÍAS SAMAKUVA 2

TPA GRANDE ENTREVISTA COM O PRESIDENTE DA UNITA ISAÍAS SAMAKUVA 1

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

A situação em Angola me deixa triste!


Tenho muita pena que este país que amo tanto, pois foi em Angola que, de criança passei a homem! Foi nesta terra que saboreei as melhores iguarias, os melhores frutos, o melhor sol e a melhor chuva! Foi nesta terra que senti que era livre e que todos os negros se relacionavam comigo como irmãos com muita amizade! Os sons da selva produzido pelas copas do arvoredo, pelos cantares dos pássaros, pelos quedas das águas dos ribeiros e os guinchos dos macacos! Vivo distante dela mas é aquela terra que amo e por ela sofro por saber que, depois do sofrimento de um povo na luta pela descolonização ela continua a ser colonizada por estrangeiros que lhes roubam tudo e deixando o povo na miséria, pois o estrangeiros que para lá vão trabalhar levam os seus trabalhadores e mesmo que tenham trabalho para um Angolano lhe paga muito menos que a um estrangeiro, principalmente se for branco! Tenho muita tristeza em meu coração, pois não era uma ditadura que o povo inspirava!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Festa do Mar, Moçamedes (Namibe) - Angola em 1971

Ainda na Festa do Mar, Moçamedes - Angola 1971

O Representante da Gabela (José Vieira Torres) a receber a taça das corridas de automóvel das mãos da 1ª Miss de Portugal, a Riquita.

Gabela - Angola em 1971


O Representante da Gabela - Angola (José Vieira Torres) vence a taça no circuito de Moçamedes (festas do mar) em 1971.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Como Isabel dos Santos se tornou a primeira bilionária de África


ISTO É UMA VERGONHA... POIS TANTOS ANGOLANOS NA MISÉRIA E ESTA QUE NUNCA TRABALHOU CHEGA A ISTO! (Os Angolanos tem de acordarem, pois até o governo Portugues dá apoio a esta ladroagem).


"Como Isabel dos Santos se tornou a primeira bilionária de África"

Um trabalho de investigação publicado na revista norte-americana "Forbes" revela que a fortuna de Isabel Santos, a primeira bilionária em África, provém de uma quota de uma empresa que se quer estabelecer em Angola ou de uma assinatura presidencial do pai.


"Tanto quanto podemos investigar, todos os grandes investimentos angolanos detidos por (Isabel) dos Santos vêm ou de ficar com uma parte de uma empresa que quer fazer negócios no país ou de um assinatura presidencial que a inclui na ação", escreve a "Forbes". Filha do presidente angolano José Eduardo dos Santos, a história de Isabel é considerada "uma janela rara para a mesma e trágica narrativa cleptocrática que estrangula os países ricos em recursos em todo o mundo".

O artigo, que tem como título "A menina do papá: como uma princesa africana encaixou 3 milhões num país que vive com 2 dólares por dia", analisa o passado da bilionária africana, desde a sua infância, juventude e concentra-se na sua primeira empresa. A revista assegura que falou com "dezenas de pessoas no terreno" e que consultou diversos documentos públicos e privados durante o último ano.

Rui Barata, dono do conhecido restaurante e bar Miami Beach, em Luanda, resolveu propor sociedade a Isabel dos Santos com o objetivo de afastar os inspetores e fiscais governamentais que assediavam o local. Atualmente, dezasseis anos depois, "o restaurante ainda é um local badalado ao fim de semana" e prova que é possível comprar prosperidade desde que se tenha o apelido certo.

O artigo procura perceber como é que Isabel dos Santos detém 24,5% da empresa concessionária da exploração mineira, no norte do país, a Endiama, criada por decreto presidencial. O artigo explora ainda a criação da Ascorp, a empresa que resultou da parceria com israelitas para a venda de diamantes mas que tinha, de acordo com a Forbes, o negociantes de armas Arkady Gaydamak, um antigo conselheiro do presidente angolano durante a guerra civil de 1992 a 2002.

O negócio dos diamantes de sangue foi alvo de escrutínio internacional na mesma altura em que Isabel dos Santos transferiu a sua parte do negócio para a mãe, uma cidadã britânica. A transferência desta parte, considerada pela "Forbes" como um "poço de dinheiro", aconteceu através de uma empresa sediada em Gibraltar.

A posse de 25% da Unitel, a primeira operadora de telecomunicações privada, em Angola, passou também para Isabel dos Santos a partir de decreto presidencial. "Um porta-voz de Isabel dos Santos disse que ela contribuiu com capital pela sua parte da Unitel, mas não especificou a quantia; um ano depois, a Portugal Telecom pagou 12,6 milhões de dólares por outra fatia de 25%", escreve a revista.

A quota-parte de 25% da Unitel que Isabel dos Santos detém é avaliada, por analistas que seguem a atividade da Portugal Telecom e que foram ouvidos pela "Forbes", em mil milhões de euros.

A revista relembra ainda a parceria de Isabel dos Santos com Américo Amorim, que abarca as áreas financeiras e petrolíferas, através do banco BIC, Galp e da Sonagol. O investimento de 500 milhões na empresa portuguesa ZON também é apontado no artigo que explica ainda como Isabel dos Santos ficou à frente da Nova Cimangola, a cimenteira angolana.

No fim do artigo, é citado o "Jornal de Angola", numa edição de janeiro, depois de ser divulgada a lista dos bilionários da "Forbes". "Damos o nosso melhor por uma Angola sem pobreza, mas estamos deliciados pelo facto da empresária Isabel dos Santos se ter tornado uma referência no mundo da finança. Isto é bom para Angola e enche os angolanos de orgulho", escreve. O artigo da publicação norte-americana termina com uma resposta à citação do "Jornal de Angola": "Os angolanos deviam estar humilhados, não orgulhosos".

http://makaangola.org/2013/01/30/destaque-35/

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Savimbi e o movimento do galo negro

Savimbi e o movimento do galo negro


Jonas Savimbi nasceu e cresceu na província do Bié. Durante a sua juventude ganhou uma bolsa de estudos para a Europa (Portugal), onde viria a se formar em ciências políticas. A maior parte da vida adulta do líder da UNITA foi passada como líder da guerrilha. Fluente em português, inglês e francês, Savimbi costumava reservar essas línguas para contactos com seus opositores políticos, diplomatas ou jornalistas. No dia-a-dia, Savimbi usava a língua Ovimbundu para se exprimir.



A "UNITA - Movimento do Galo Negro" foi criada por Savimbi em 1966 para combater o colonialismo português. O líder da UNITA podia ter chegado ao poder, com o fim do colonialismo, mas as eleições acordadas com Portugal nunca chegaram a ser feitas porque o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) tomou o País de assalto com a ajuda do exército cubano. Ao fim de 15 anos de luta de guerrilha contado com grande apoio dos Estados Unidos e Tropas sul-africanas contra o exército cubano, a UNITA consegue que estes retirem de Angola e se façam eleições.


Em 1992, Savimbi concorreu a eleições. Os resultados deram-lhe a derrota resolveu voltar à guerra, visto que as eleições foram fraudulentas. O líder da UNITA retirou-se para a cidade de Huambo e optou pelo caminho da guerra civil, que causou a morte a milhares de pessoas. 1992 é a data do principio do fim de Savimbi.
Savimbi estabeleceu Huambo como a sua capital e deixando claro aos jornalistas com quem falava que o movimento que liderava pretendia a paz.

Em 1994, a UNITA assinou os acordos de paz de Lusaca, depois de meses de negociações, e aceitou desmobilizar as suas forças, com o objectivo de conseguir a reconciliação nacional. O processo de paz prolongou-se durante quatro anos, marcado por acusações e adiamentos. Apesar da UNITA ter cumprido parte destes acordos enviando para Luanda os seus elementos para fazerem parte do Governo de Unidade Nacional, o MPLA criou uma pseudo-Unita (a chamada Unita renovada), para poder controlar o parlamento e a actividade politica.


Em 22 de Fevereiro de 2002, Jonas Savimbi foi morto na província do Moxico (Leste de Angola) pelas Forças Armadas Angolanas com o apoio técnico de mercenários, que resultou ainda na morte de outros elementos da UNITA.

Kwacha Angola, Kwacha UNITA, Kwacha Savimbi (Kwacha = "O sol quando nasce é para todos, vamos lá acordar e lutar pela independência)... Angolééééééééééé´!!!........

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Angola... Rica mas pobre!

Ela (Indira Luyana) Estava a Passar à Ponte do Rio Kwanza e De Repente Viu Montão de Crianças e Estás Duas Coisas Lindas Chegaram até Ela e disseram "MOÇA, MOÇA, NÃO QUÊS MBORA SER MINHA AMIGA? ".  E ela disse “quero Sim”, então como é que se chamam? Elas Chamam-se Yola e a Outra é a Bela.
. Ela (Indira) Perguntei-lhes Onde é que Vocês Vivem? E Porquê que estão Descalças?
. Elas Responderam-me: - Vivemos naquela cabana que está aí em Frente! (Era muito Longe uma triste casa de barro). Com quem vivem? -Com a minha mãe e nós Somos 07! Ela viu as 05 meninas e os dois meninos. E porquê que vocês andam assim nessa ponte descalças? -Porque nós não comemos desde manhã (Já eram 17hs) temos fome e não temos comida, a minha mãe foi lá procurar. Indira pegou e deu 50kz a cada um deles (também estava a andar sem dinheiro) e depois havia uns Trocos de 50 kz... Ela (Indira Luyana) Sinceramente não Imaginava que uma nota de 50 e 10 kz podiam trazer tamanha FELICIDADE a um ser humano! As meninas pulavam e diziam: -Já não vamos dormir com fome! Ela Lembra-Se que elas disseram: -"JÁ NÃO VAMOS DORMIR COM FOME VOU COMPRAR LÁ O CAPEIXE". Isso foi chocante e pôs-lhe a reflectir, meus amigos enquanto nós gastamos dinheiro em vão e desnecessariamente em sapatos, roupas etc. têm crianças, mães e pais que estranham com 50kz ou com um pedaço de Pão. Agora ela (Indira) vê que é muito importante dar Valor ao que temos e é importante também nos contentar-mos com aquilo que temos, pois nós sentamos numa mesa e fizemos uma rica ceia de Natal e essas crianças? Fizeram o quê? NADA, PROCURAVAM PÃO!
. Evitem deitar comida, ou menosprezar certas coisas, para ela Isso foi uma lição de vida!
. Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Cubata de lata.


Esta era uma das tantas músicas Angolanas que eu passava num gira-discos a pilhas e fazia com que todos lá do Kimbo (Aldeia) dançassem por baixo de uma grade árvore de grande porte. Ali ficava eu com os aldeões, até às 3 ou 4h da manhã. A luz era uma grande fogueira e bebia-se Guarapa ou Morufo. O cheiro da noite daquela selva e savana. O ronco da onça endiabrada com vontade de matar e os javvalis que, por baixo das palmeiras trincavam os cocónotes, caroço do demdem fruto das palmeiras. Ali, junto dos dançarinos, saltitavam pequenos macacos domésticados e que iam comendo dos saborosos frutos: Pitanga, Goiaba, Manga, Abacate, Fruta Pinha, Mamão, Papaia, junto daquelas lindas cubatas como as da mulata; Tudo isto arrebata meu coração e hoje mesmo que quisesse esquecer não conseguiria não. Amo Angola acima de tudo. Viva Angola…




sábado, 28 de julho de 2012

MEU AMOR POR ÁFRICA


África aaaaai… meu berço de embalar sobre palmeira e ao luar… e os feitiços nós tínhamos que recordar, dia e noite pra sonhar.
África ai meu berço de embalar sobre palmeira e ao luar… e os feitiços nós tínhamos que recordar, dia e noite pra sonhar.
Essa terra do batuque, de senzalas ao luar, das negras a mexer quando houvera som passar…
Ouçam a música…

quinta-feira, 12 de julho de 2012

NOVA KILAMBA

Angola
Cidade feita por chineses em Luanda tem tudo, menos pessoas.

O objectivo era albergar às portas de Luanda cerca de meio milhão de pessoas. Mas, até agora, o empreendimento Nova Cidade de Kilamba não passa de mais um "elefante branco" angolano construído com dinheiros chineses.

Há relvados, prédios, apartamentos, escolas, lojas e estradas. A única coisa que não há? Pessoas. Era suposto o complexo residencial Nova Cidade de Kilamba - a cerca de 30 quilómetros de Luanda - estar por esta altura cheio de habitantes. Mas até agora não passa de uma cidade-fantasma.
As pessoas que aí conseguiram comprar um apartamento, vêem-se agora a braços com propriedades depreciadas.
A empresa China International Trust and Investment Corporation (CITIC) gastou 3500 milhões de dólares nesta urbanização que, uma vez completa, ocupará 5000 hectares. Em troca, Angola pagou este investimento com a sua matéria-prima mais preciosa: petróleo.
Este investimento é o mais significativo de uma série de “cidades satélite” que estão a ser construídas por empresas chinesas um pouco por todo o país desde que Pequim começou, há alguns anos, a investir fortemente em Angola.
O governo angolano promoveu a Nova Cidade de Kilamba como um novo paraíso para a classe média angolana, que podia aqui encontrar um estilo de vida mais relaxado que no centro de Luanda. Mas num país onde a classe média ainda não tem visibilidade nem poder económico, o plano parece agora condenado.

Elias Isaac, responsável pelo ramo angolano da sociedade OSISA (Open Society Initiative of Southern Africa), constata, em declarações à BBC: “Não há classe média em Angola, só os muito pobres e os muito ricos, e por isso não há ninguém que compre este tipo de casas”.
Os factos não desmentem Isaac: quase um ano depois de os primeiros 2800 apartamentos concluídos terem sido postos à venda, apenas 220 foram vendidos. E mesmo estes - avança a BBC - não terão sido ainda totalmente ocupados.
O local também não tem ainda infra-estruturas a funcionar. À excepção de um hipermercado localizado à entrada do complexo, a BBC diz que não há mais nenhum sítio para comprar comida.
Nada disto é surpreendente, porém, se levarmos em conta que os apartamentos estão a ser vendidos a preços que variam entre os 120 mil e os 200 mil dólares, num país onde se estima que dois terços dos cidadãos vivam com menos de dois dólares por dia. Tudo isto às portas de uma capital considerada este ano pela consultora Mercer a segunda cidade mais cara do mundo a seguir a Tóquio.
Paulo Cascão, director-geral da Imobiliária Delta, a agência que está a gerir as vendas na Nova Cidade de Kilamba, frisa, porém, que o problema está na dificuldade de acesso a créditos bancários. “Os preços estão correctos para a qualidade dos apartamentos e para todas as condições oferecidas pela cidade. As vendas estão a decorrer lentamente por causa das dificuldades na obtenção de empréstimos”.
Elias Isaac sublinha que a prioridade em Angola devia ser a construção de casas a preços reduzidos, uma vez que maioria da população ainda vive em barracas sem água, electricidade nem saneamento.
De acordo com Paulo Cascão, o governo anunciou recentemente que uma parte dos apartamentos de Kilamba se destina a habitação social, podendo ser arrendados por pessoas com poucos rendimentos. A BBC acrescenta que ainda ninguém sabe exactamente como é que será feito o processo de selecção de habitantes e os mais cínicos argumentam que tudo não passa de uma manobra eleitoralista antes das eleições de 31 de Agosto.
Também se desconhece o que irá acontecer aos apartamentos que não forem vendidos. Isso não preocupa, para já, o governo. O vice-ministro das Obras Públicas, Manuel Clemente Júnior, disse à BBC estar convencido que o projecto será um sucesso.
Respondendo às críticas que dão conta que a urbanização fica demasiado longe do centro de Luanda, o governante afirmou: “Há sempre pessoas que criticam, mas graças às novas auto-estradas que estão a ser construídas, a Nova Cidade de Kilamba ficará apenas a 15/20 minutos do centro da cidade (de Luanda)”.


NOTA: autor desconhecido.