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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

JOSÉ EDURADO DOS SANTOS E FILHA, ROUBAM O POVO ANGOLANO...

Uma instancia turistica, na barragem da Aguieira, Portugal, da filha de José dos Santos


Bloqueados 100 milhões de USA dólares ao Presidente Angolano
A bomba esta ai. O que fazer?
Reflicta e repasse a mensagem... 
Tinha que repassar aos meus amigos!
Momento de reflexão,.. o poder do dinheiro também cai,..
"Suíça ameaça cleptocracia mundial"

Bloqueados 100 milhões de dólares do Presidente Angolano
"Há dez anos que os tribunais suíços iniciaram um longo processo para bloquear os fundos depositados nos seus bancos por ditadores e políticos corruptos de todo o mundo, cujas fortunas, por vezes colossais, foram obtidas através da espoliação de bens públicos pertencentes aos povos que governam, usando para tal os mais diversos expedientes de branqueamento de capitais.
O processo começou em 1986 com a devolução às Filipinas de 683 milhões de dólares roubados por Ferdinando Marcos, bem como a retenção dos restantes 356 milhões que constavam das suas contas bancárias naquele país. Prosseguiu depois com o bloqueamento das contas de Mobutu e Benazir Bhutto. Mais tarde, em 1995, viria a devolução de 1236 milhões de euros aos herdeiros das vítimas judias do nazismo.
Com a melhoria dos instrumentos legais de luta contra o branqueamento de capitais, conseguida em 2003 (também em nome da luta contra o terrorismo), os processos têm vindo a acelerar-se, com resultados evidentes: 700 milhões de dólares roubados pelo ex-ditador Sani Abacha são entregues à Nigéria em 2005; dos 107 milhões de dólares depositados em contas suíças pelo chefe da polícia secreta de Fujimori, Vladimiro Montesinos, 77 milhões já regressaram ao Peru e 30 milhões estão bloqueados; os 7,7 milhões de dólares que Mobutu depositara em bancos suíços estão a caminho do Zaire; mais recentemente, foram bloqueadas as contas do presidente angolano José Eduardo dos Santos, no montante de 100 milhões de dólares.
É caso para dizer que os cleptocratas deste mundo vão começar a ter que pensar duas vezes antes de espoliarem os respectivos povos. É certo que há mais paraísos fiscais no planeta, mas também é provável que o exemplo suíço contagie pelo menos a totalidade dos off-shores sediados em território da União Europeia, diminuindo assim drasticamente o espaço de manobra destas pandilhas de malfeitores governamentais.
No caso que suscitou este texto, o bloqueamento de 100 milhões de dólares depositados em contas de José Eduardo dos Santos, presidente de Angola há 27 anos, pergunta-se: que fez ele para se tornar o 10º homem mais rico do planeta (segundo a revista Forbes)? Trabalhou em quê para reunir uma fortuna calculada em 19,6 mil milhões de dólares?
Usou-se o poder para espoliar as riquezas do povo que governa, deixando-o a viver com menos de dois dólares diários, que devem fazer os países democráticos perante tamanho crime de lesa humanidade?
Olhar para o outro lado, em nome do apetite energético?
Que autoridade terá, se o fizerem, para condenar as demais ditaduras e estados falhados?
Olhar para o outro lado, neste caso, não significa colaborar objectivamente com a sobreexploração indigna do povo angolano e a manutenção de um status quo antidemocrático e corrupto que apenas serve para submeter a esmagadora maioria dos angolanos a uma espécie de domínio tribal não declarado?

Na Wikipedia lê-se:
"Os habitantes de Angola são, em sua maioria, negros (90%), que vivem ao lado de 10% de brancos e mestiços. A maior parte da população negra é de origem banta, destacando-se os quimbundos, os bakongos e os chokwe-lundas, porém o grupo mais importante é o dos ovimbundos. No Sudoeste existem diversas tribos de box imanes e hotentotes. A densidade demográfica é baixa (8 habitantes por Km quadrado) e o índice de urbanização não vai além de 12%.
Os principais centros urbanos, além da capital, são Huambo (antiga Nova Lisboa), Lobito, Benguela, e Lubango (antiga Sá da Bandeira). Angola possui a maior taxa de fecundidade (número de filhos por mulher) e de mortalidade infantil do mundo.
Apesar da riqueza do país, a sua população vive em condições de extrema pobreza, com menos de 2 dólares americanos por dia." O recente entusiasmo que acometeu as autoridades governamentais e os poderes fácticos portugueses relativamente ao "milagre angolano" (crescimento na ordem dos 21% ao ano) merece assim maior reflexão e, sobretudo, alguma ética de pensamento.

Os fundos comunitários europeus aproximam-se do fim.
Os portugueses, entretanto, não foram capazes de preparar o país para o futuro difícil que se aproxima. São muito pouco competitivos no contexto europeu. As suas elites políticas, empresariais e científicas são demasiadamente fracas e dependentes do estado clientelar que as alimenta e cuja irracionalidade por sua vez perpetuam irresponsavelmente, para delas se poder esperar qualquer reviravolta estratégica.
Quem sabe fazer alguma coisa e não pertence ao bloco endogâmico do poder vai saindo do país para o resto de uma Europa que se alarga, suprindo necessidades crescentes de profissionais nos países mais desenvolvidos (que por sua vez começam a limitar drasticamente as imigrações ideologicamente problemáticas): Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Noruega...

No país chamado Portugal vão assim ficando os velhos, os incompetentes e preguiçosos, os indecisos, os mais fracos, os ricos, os funcionários e uma massa amorfa de infelizes agarrados ao futebol e às telenovelas, que mal imaginam a má sorte que os espera à medida que o petróleo for subindo dos 60 para 100 dólares por barril, e destes para os 150, 200 e por aí a fora...
A recente subida em flecha do petróleo e do gás natural (mas também do ouro, dos diamantes e do ferro) trouxe muitíssimo dinheiro à antiga colónia portuguesa.
Seria interessante saber que efeitos esta subida teve na
conta bancária do Sr. José Eduardo dos Santos.
E que efeitos teve, por outro lado, nas estratégias de desenvolvimento do país. O aumento da actividade de construção já se sente no deprimido sector de obras e engenharia português. As empresas, os engenheiros e os arquitectos voam como aves sedentas de Lisboa para Luanda. É natural que o Governo português, desesperado com a dívida... e com a sombra cada vez mais pesada dos espanhóis pairando sobre os seus sectores económicos estratégicos, se agarre a qualquer aparente tábua de salvação.

E os princípios?
E a legalidade?

Se a saída do ditador angolano estiver para breve, ainda se poderá dizer que a estratégia portuguesa é, no fundo, uma estratégia para além de José Eduardo dos Santos. Mas se não for assim, e pelo contrário viermos a descobrir uma teia de relações perigosas ligando a fortuna ilegítima de José Eduardo dos Santos a interesses e instituições sediados em Lisboa (1), onde fica a coerência de Portugal?
E os estancias no campo de turismo de luxo, só para ricos, que a filha de José Eduardo dos Santos é possuidora em Portugal? São milhões que ela roubou ao povo Angolano. Uma riqueza colossal!
Micheline Calmy-Rey, Ministra suíça dos Negócios Estrangeiros, veio lembrar a todos os europeus que tanto é ladrão o que rouba como o que fica à espreita ou cobra comissões das operações criminosas."
Vejam este sait e apreciem só esta aldeia privada com um hotel para capitalistas, com uma plataforma para barcos de recreio, na barragem da Aguieira - Portugal.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Milhares de seres humanos morrem todos os dias















O direito à dignidade humana, aos princípios básicos de sobrevivência, à saúde, aos cuidados básicos, a viver livremente e manter a sua integridade jurídica são alguns dos pontos de partida, que a princípio deveriam existir em pleno século vinte e um, para todos os Homens. Pura e descarada mentira. Provavelmente mais de 65% da população não tem a maior parte destes pressupostos.
A maior causa de morte no mundo continua a ser a fome, quando nos parece incrível que com todos os recursos que existem, ainda se morra à fome. Também me parece incrível tudo o que se tem passado no Haiti. Dá-se uma catástrofe, e de repente, surge uma onda mundial por parte do povo, de solidariedade, quase como expiação de todos os pecados, como forma de se sentirem bem consigo próprios, a querer algo pelo Haiti.
Quero deixar bem claro antes de tudo, antes de lerem o que vem a seguir, que respeito a vida humana acima de tudo, e a dignidade humana. Não me peçam é para pensar pela cabeça dos outros e baseado em sacionalismo quase obsceno, de crueldade intolerável, que as noticias nos vão bombardeando para encher jornais e ganhar audiências me tolde o pensamento.
É um ultraje o que se tem passado com divulgação de propaganda que nada tem de humanista, nada tem de legitimo, nada tem de nada. Custa-me rir de quem pede minutos de silêncio, de quem pede para as pessoas fazerem donativos, de quem pede ajuda para os haitianos. Então, assim de repente, esta é a única desgraça no mundo inteiro, e nada mais de grave se passa? 50 mil? 100 mil? Deixem-me rir e sabem porquê? Alguém sabe dizer-me quantas crianças (leram bem, crianças, e apenas crianças) morrem por dia à fome na Somália, que é apenas um pequeno país? Não sabem, pois não? Pois posso dizer-vos segundo estudos de entidades de ajuda humanitária morrem por mês mais crianças na Somália que na Europa inteira em um ano! Depois, e voltando ao Haiti, alguém sabe quem tem o dever e obrigação de ajudar? Existe apenas um grupo que tem obrigação de ajudar e assegurar a devida construção de território, que é o grupo dos países desenvolvidos. Ponto final.
Todos pagamos impostos e pagamos o suficiente, pois em caso de catástrofe beneficiamos de uma verba e ajuda mundial, para o efeito, assim como os países menos desenvolvidos também beneficiam disso. Por falar em menos desenvolvidos, como se chama a uma população que está a precisar de ajuda e faz barreiras com cadáveres como forma de protesto à falta de ajuda humanitária, e que pilha, mata e viola a troco de comida e bens? Como? Animais? Ouvi bem? Parece-me que sim. Nem todos serão, é certo, mas existe uma grande fatia de haitianos que não se têm portado nada bem para quem precisa de ajuda e está numa posição difícil, por isso quando levarem comida, viveres, medicamentos e outros bens, não se esqueçam de levar uma arma carregada porque nunca se sabe como o Homem se porta em condições adversas. Eu sei uma coisa, por muito difícil que seja a condição humana, acho que quando existe evolução, cultura e união (tal como já foi demonstrado na história por muitos povos) existe sobrevivência, existe entreajuda, existe que da destruição nasce a mais bela flor.
Custa-me imenso ver a indiferença do mundo em relação a imensos países que precisam de ajuda durante todo o ano. Custa-me ver as grandes potências patrocinarem guerras em vez de prestar ajuda humanitária. Abomina-me ver alguns países a aproveitar a desgraça dos outros para se aproveitarem de recursos, acordos de publicidade.
O mundo não está unido ao contrário do que fazem parecer, o planeta está doente de uma doença chamada “ganância”, que já falei em outros artigos, é a pior de todas as doenças. Ajoelhemo-nos pois, porque pecamos em demasia e onde não se vê. Porquê tanta ipocrisia, se para o mundo desenvolvido, e que agora com esta pequena tragédia, vem demonstrar que querem ajudar, ajudar um povo que já vivia há muito de fome e miséria, e que, para essas superpotencias até lhe interessa que essas calamidades existam porque, através delas, vão buscar grandes devidendos.
São estas e muitas outras que vão pelo mundo que faz sentir em mim, cada vez mais, o desejo de ser SELVAGEM.